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Seleção de pesquisador de pós-doutorado para realizar projeto com Néstor García Canclini.

A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência irá selecionar um pesquisador de pós-doutorado nas áreas de antropologia, sociologia, ciência política, humanidades, comunicação, artes, história da arte, crítica de arte ou afins.

O selecionado receberá bolsa do Programa de Pós-Doutorado da USP para atuar nas atividades acadêmicas da cátedra ao lado do antropólogo cultural Néstor García Canclini, titular de 2020-2021. Entre setembro deste ano e agosto de 2021, eles desenvolverão o projeto “A Institucionalidade da Cultura no Contexto Atual de Mudanças Socioculturais”.

A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência é uma parceria do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP com o Itaú Cultural, e suas atividades acadêmicas acontecem na sede do IEA.

A Coordenação de pesquisa parabeniza as professoras e aluna pelo Prêmio da MICROSOFT RESEARCH

A aluna de doutorado em Inteligência Artificial do Instituto de Computação, Jéssica Soares dos Santos, orientada pelas professoras Flávia Bernardini e Aline Paes, faz parte de um grupo seleto de 3 estudantes de doutorado que receberam o Microsoft Latin America PhD Awards, em sua primeira edição na América Latina. 

 

A tese da Jéssica tem como objetivo descobrir de forma automática como está o sentimento dos eleitores no Twitter em relações aos candidatos a cargos no governo. Essa é uma área de pesquisa essencial para auxiliar nos processos democráticos. Além dos sentimentos em geral, a tese tenta responder como discursos de ódio, um elemento, infelizmente, muito presende nas redes sociais, pode influenciar as opiniões e sentimentos dos eleitores. O tema explorado na tese é um ótimo exemplo de como a Inteligência Artificicial pode auxiliar e contribuir para a área social. As professoras orientadoras são especialistas na área de Inteligência Artificial, tendo realizado o mestrado e doutorado na área de IA, que tem alcançado resultados impressionantes atualmente, em áreas diversas da ciência e tecnologia. 

 

Ressaltamos que em um universo em que a maioria dos pesquisadores e alunos são homens, é estimulante que as três pesquisadorAs do Instituto de Computação da UFF tenham sido agraciadas com esse importante e inédito reconhecimento.

 

Divulgação da MSN:

 

Photo, name, university, dissertation title and summary on the Award Recipients tab:

https://aka.ms/emea-phd-award-recipients-arap

 

https://aka.ms/latam-phd-award-recipients-arap

 

Blog announcement from today:

https://aka.ms/blog-2020-emea-latam-phd-awards-arap

 

Featured on the Microsoft Research homepage:

https://aka.ms/research-arap

 

Featured on our Academic Programs page:

https://aka.ms/academic-programs-arap

 

Social links:

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Chamada CNPq Nº 11/2020 – Bolsas de Produtividade em Pesquisa SÊNIOR – PQ-Sr 2020.

Com objetivo de reconhecer e valorizar os pesquisadores que se destacam entre seus pares como líderes o CNPq realiza a Chamada CNPq Nº 11/2020 – Bolsas de Produtividade em Pesquisa SÊNIOR – PQ-Sr 2020.

Acasse em: http://www.cnpq.br/web/guest/chamadas-publicas?p_p_id=resultadosportlet_WAR_resultadoscnpqportlet_INSTANCE_0ZaM&filtro=abertas&detalha=chamadaDivulgada&desc=chamadas&idDivulgacao=9622

DEBATE/LANÇAMENTO do Livro “COVID-19 e a Crise Urbana”

A Coordenação de pesquisa parabeniza o Professor Jorge Luiz Barbosa pela publicação do livro “COVID-19 e a Crise Urbana”.

ANPEGE CONVIDA:

DEBATE/LANÇAMENTO do Livro “COVID-19 e a Crise Urbana”. (Segue em anexo Livro e Cartaz)

Conversa com os autores
Ana Fani Alessandri Carlos (USP)
Paola Verri de Santana (UFAM)
Jorge Luis Barboza (UFF)
Rafael  Faleiros de Padua (UFPB)
Mediação: Marco Mitidiero (Pres. ANPEGE)

Quinta-Feira, 25 junho 2020 – as 19:00hs
Via Facebook da ANPEGE
  

“O livro “COVID-19 e a crise urbana” em seu viés geográfico dá centralidade ao fato de que vivemos numa sociedade urbana e mundalizada, campo fértil para a propagação do vírus em boa parte do planeta.
No caso brasileiro a epidemia vem agravar uma crise urbana vivida em sua radicalidade: a concentração de renda que acompanha a história brasileira se vê agravada pelo modelo neoliberal de desenvolvimento  que tem rebatimento direto no modo como essa concentração hierarquiza a sociedade no espaço produzindo a cidade segregada (social e espacialmente), o que implicará no modo diferenciado como a pandemia vai se concretizar e evoluir atingindo diferencialmente a sociedade.

Acompanhada de uma profunda crise política o drama social de vê multiplicado, no Brasil, pela contradição entre a política federal que privilegia o “direito ao crescimento” e as estratégias sugeridas pela OMS e, seguida em parte pelos governadores e prefeitos brasileiros, do “ direito à vida”.O conflito entre as políticas federais e as estaduais e municipais escancaram a orientação dos gastos públicas submetidos pela lógica neoliberal que vem privando parte significativa da sociedade brasileira do direito à cidade que aparece hoje em seu avesso na precariedade impiedosa da vida periférica promovida pela incessante busca do lucro.

A pandemia se instaura num urbano em crise, de enfretamentos políticos cujas alianças se fazem contra o social. Á deriva, uma parcela da sociedade, presa nas periferias urbanas sem assistência e políticas de produção do espaço de uma vida digna, vai construindo estratégias próprias e solidárias de superar este momento. Esta aparece como a possibilidade de criar os laços que permitem construir um projeto de futuro em comum na cidade, recolocando a luta de classes num outro patamar: a solidariedade frente a barbárie.

Realizado no “calor do momento” sobre um tema candente que nos aflige a todos, o livro traz, todavia, um debate conceitual sobre a compreensão da cidade e do urbano em crise, no Brasil.”

Ana Fani Alessandri Carlos
Professora titular- Geografia 
Departamento de Geografia- FFLCH-USP

ANPEGE CONVIDA – DEBATE/LANÇAMENTO do Livro “COVID-19 e a Crise Urbana”

Prof. Dr. Marco Antonio Mitidiero Junior
         Universidade Federal da Paraíba (UFPB)

Carta sobre Pandemia de GT “Mulheres na Ciência” da UFF

Divulgação da “Carta sobre Pandemia” escrita pelo Grupo de Trabalho “Mulheres na Ciência” da UFF.

Prezados e Prezadas Chefes de Departamentos, Diretores de Institutos e Coordenadores de Cursos,

O Grupo de Trabalho “Mulheres na Ciência” vinculado à Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação da Universidade Federal Fluminense vem por meio desta carta manifestar sua preocupação com a sobrecarga e acúmulo de tarefas profissionais e domésticas sofrida por docentes, técnicos-administrativos e discentes com filhos pequenos durante a pandemia COVID-19, especialmente considerando o retorno didático remoto ou híbrido nos próximos meses.

Com o início da pandemia foi adotada, corretamente, uma quarentena que resultou em fechamento de creches e escolas e isolamento dos familiares. Este contexto resultou em um aumento das tarefas domésticas e de cuidados com os filhos e idosos em casa, e muitas pessoas estão exercendo estas funções sem a rede de apoio habitual. Essa realidade é mais incidente sobre as mulheres, como demonstra a literatura acadêmica. A sobrecarga de trabalho gerada por esta situação pode desencadear consequências à saúde física e mental destas pessoas de maneira grave, quadro que tende a ser mais agudo para as mães em vulnerabilidade econômica e que são a única fonte de cuidados para com os filhos. Se ações efetivas não forem executadas, um aumento na disparidade de gênero certamente ocorrerá em um cenário pós-pandemia.

Considerando este contexto, elaboramos as seguintes propostas abaixo listadas para contribuir na mitigação deste problema, considerando um retorno das atividades de maneira remota ou híbrida nos próximos meses.

Para os DOCENTES, especialmente mulheres, que vivem com os filhos que estão na educação infantil e no primeiro ciclo do ensino fundamental (1ª a 5ª série), sugerimos que os chefes de departamentos, diretores de Institutos e coordenadores de cursos da Universidade considerem:

1.               Replanejar a carga horária didática atribuída a estes docentes, respeitando as determinações de carga horária mínima regulamentar.

2.               Reorientar as atribuições administrativas, substituindo temporariamente ao docente, quando possível e de acordo com a vontade do docente, em comissões ou cargos administrativos.

3.               Estimular, de acordo com a vontade do docente, a orientação compartilhada com outros docentes aptos a ajudar na orientação de alunos tanto na graduação quanto na pós-graduação.

4.               Alocar preferencialmente o apoio administrativo da Universidade, quando possível, ao desenvolvimento dos projetos acadêmicos, de pesquisa ou extensão relacionados ao docente.

Para DISCENTES, especialmente mulheres, que vivem com os filhos que estão na educação infantil e no primeiro ciclo do ensino fundamental (1ª a 5ª série), solicitamos que os chefes de departamentos, diretores de Institutos e coordenadores de cursos da Universidade considerem:

5.               Flexibilizar prazos relativos às atividades acadêmicas.

6.               Orientar quanto aos serviços da Universidade que oferecem suporte especial para os estudantes.

7.               Oferecer a possibilidade de atender as disciplinas de maneira flexível, respeitando as normas da Universidade.

8.               Disponibilizar a ajuda proveniente dos monitores da disciplina de maneira preferencial.

9.               Apoiar as políticas de permanência discente, considerando de maneira especial as discentes mães.

Para TÉCNICOS-ADMINISTRATIVOS, especialmente mulheres, que vivem com os filhos que estão na educação infantil e no primeiro ciclo do ensino fundamental (1ª a 5ª série), solicitamos que os chefes de departamentos, diretores de Institutos e coordenadores de cursos da Universidade considerem:

10.            Pactuação de atividades com a chefia tendo em vista esta realidade.

11.            Compreensão quanto cumprimento dos prazos relativos às atividades determinadas.

12.            Agendamento de atividades administrativas e reuniões considerando os horários de apoio didático aos filhos, sempre que possível.

13.            Reorganização de funções, em comum acordo com os funcionários do setor, de maneira a não sobrecarregar os técnicos-administrativos com menor disponibilidade devido a atribuições familiares de cuidados, especialmente, com filhos que não tiveram retorno presencial às escolas.

 

Estamos cientes de que a Universidade Federal Fluminense é destaque nacional em questões relacionadas à inclusão e preocupação com equidade de gênero. Esperamos com esta carta contribuir para a continuidade deste trabalho e para a construção de um ambiente acadêmico durante e após a pandemia mais igualitário, justo e inclusivo.

 

Estamos à disposição para construção conjunta de estratégias neste sentido,

Pedimos a gentileza de divulgar para seus professores,

 

Cordialmente,

GT “Mulheres na Ciência” da UFF

 

Anexos

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